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Este blogger é destinado a trocar idéias sobre a educação - pedagogia, sobre temas como: processo ensino-aprendizagem, atividades, avaliações, autores, conceitos e etc. Sejam bem vindos ao nosso Grupo de Estudos da Turma K - Pedagogia - Uniararas do Pólo de Ferraz de Vasconcelos/SP

Um tema bem interessante para PROJETO ESCOLAR é LER COM PRAZER. Afinal, a leitura e a escrita é primordial para o desenvolvimento do nosso trabalho.
Segue abaixo um projeto bem interessante que pode ser desenvolvido pelo ano inteiro letivo.

PROJETO LEITURA - LER COM PRAZER

ATIVIDADES:
-Leitura não escrita
-Reescrita do texto
-Leitura e releitura
-Leitura de escolha pessoal
-Produção, correção  de textos
-Relacionar texto a imagem antecipando a leitura


ATIVIDADES EM GRUPO:

-Organizar momento de leitura livre (direcionado)
-Planejar atividades regulares de leitura

JUSTIFICATIVAS:
Partir do processo que associando imagens e textos, o aluno é capaz de analisar o significado da história, tornando-se isso importante instrumento de incentivo a leitura.
O fascínio do educando pelos gibis, romances juvenis e histórias clássicas é tão importante que resolvi indicá-los como uma ferramenta didática em todas as séries do Ensino Fundamental, para que com ele estabeleça o saudável hábito de leitura, e torne este uma atividade prazerosa.
Os quadrinhos infantis e contos  são formas privilegiadas de narrativas e tem a particularidade de unir duas riquíssimas formas de expressão cultural: leitura e as artes plásticas.
Enfim a leitura é o caminho mais fácil de chegar a um objetivo.

METODOLOGIA
 Trabalhar este projeto da seguinte forma:
-leitura colaborativa
-leitura diária
-leitura feita pelo professor
-leitura expressiva
-leitura silenciosa
-atividades permanentes de leitura
-atividades seqüenciais de leitura
-debates
-dinâmica de grupo
-dramatizações
-leitura de imagens
-análises
-jograis
-declamações de poesias
-apresentações orais e etc. (saraus)

ESTRATÉGIAS DE ENSINO
-gibis
-jornais
-contos infantis
-textos de cidadania e ética
-poesias
-crônicas
-textos narrativos

OBJETIVOS GERAIS
-habilidades e competências
-participar como cidadão solidário e cooperativo e entender os direitos e deveres

-possibilitar uma interação com a leitura
-desenvolver o gosto pela leitura
-desenvolver a habilidade de trabalhar em parceria
-desenvolver o trabalho coletivo em sala de aula
-ter conhecimento das regras gramaticais e produção textual

OBJETIVOS ESPECÍFICOS
É importante que o aluno possa:
-expor suas idéias com propriedade e coerência
-contar fatos e histórias com seqüência lógica
-manter idéias de um determinado assunto sem fugir do tema
-participar de debates, dando suas opiniões.
-declamar poesias ou poema
-participar de peças de teatro, reproduzindo a fala a quem esta apresentando
-relatar fatos ocorridos na escola
-respeitar as variedades lingüísticas, buscando meios que levem à apropriação da norma padrão da linguagem.
-coordenar informações

AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA
O objetivo desta avaliação é identificar as necessidades do educando e através da mesma, direcionar para outros rumos.


PÚBLICO ALVO
Alunos de 1º aos 5º Anos

DURAÇÃO DO PROJETO
Durante o ano letivo

BIBLIOGRAFIA
LiVROS CONSULTADOS:
-Parâmetros Curriculares Nacionais
-Uma proposta à interdisciplinaridade
-Princípios Norteadores do Trabalho Pedagógico

 Postado por Karina Turma k - Pedagogia
 

Um dos temas que poderemos como professores trabalhar com os alunos das séries iniciais é com relação aos INDIOS.

Segue algumas sugestões de atividades:

Texto


Os índios possuem uma maneira própria de organizar a vida. Entre eles tudo é dividido com o objetivo de fazer a aldeia funcionar em harmonia. A divisão de trabalho, por exemplo, segue basicamente critérios de idade, sexo e acúmulo de conhecimento e cultura. Na grande maioria das aldeias indígenas brasileiras esta divisão funciona como podemos observar abaixo.

Funções e divisão do trabalho entre os índios brasileiros:

- Homem adulto: são responsáveis pela caça de animais selvagens. Devem garantir a proteção da aldeia e, se necessário, atuarem nas guerras. São os homens que também devem fabricar as ferramentas, instrumentos de caça e pesca e a casa (oca).

- Mulheres adultas: cabe às mulheres cuidarem dos filhos, fornecendo-lhes alimentação e os cuidados necessários. As mulheres também atuam na agricultura da aldeia, plantando e colhendo (mandioca, milho, feijão, arroz, etc). As mulheres também devem fabricar objetos de cerâmica (vasos, potes, pratos) e preparar os alimentos para o consumo. Devem ainda coletar os frutos, fabricar a farinha e tecer redes (artesanato).

- Crianças: os curumins da aldeia (meninos e meninas) também possuem determinadas funções. Suas brincadeiras são destinadas ao aprendizado prático das tarefas que deverão assumir quando adultos. Um menino, por exemplo, brinca de fabricar arco e flecha e caçar pequenos animais. Já as meninas brincam de fazer comida e cuidar de crianças, usando bonecas.

- Cacique: é o chefe político e administrativo da aldeia. Experiente, ele deve manter o bom funcionamento e a estrutura da aldeia.

- Pajé: possui grande conhecimento sobre a cultura e religião da tribo. Conhece muito bem o poder das ervas medicinas e atua como uma espécie de “médico” e “curandeiro” da aldeia. Mantém as tradições e repassa aos mais novos através da oralidade. Os rituais religiosos também são organizados pelo pajé.

A OCA
Oca é uma habitação típica dos povos indígenas. A palavra tem sua origem na família linguística tupi-guarani.

As ocas são construídas coletivamente, ou seja, com a participação de vários integrantes da tribo. São grandes, podendo chegar até 40 metros de comprimento. Seu tamanho é justificado, pois várias famílias de índios habitam uma mesma oca. Internamente este tipo de habitação não possui divisões. São instaladas na parte interna da oca diversas redes, que os índios usam para dormir.

A estrutura das ocas são bastante resistente, pois elas são construídas com a utilização de taquaras e troncos de árvores. A cobertura é feita de folhas de palmeiras ou palha. Uma oca pode durar mais de 20 anos.

As ocas não possuem janelas, porém, a ventilação ocorre através portas e dos frizos entre as taquaras da parede. Costumam apresentar de uma a três portas apenas.

Curiosidade:

- Uma oca de tamanho grande pode levar de 10 a 15 dias para ser construída, com o trabalho de 20 a 30 índios.



Diversão

Além de trabalharem, os índios também se divertem. Nas aldeias, eles fazem festas, danças e jogos. Porém, estas formas de divertimento possuem significados religiosos e sociais. Dentre os jogos, por exemplo, destacam-se as lutas. Estas são realizadas como uma forma de treinamento para guerras e também para desenvolver a parte física dos índios.


Trabalhar com a realidade em sala de aula torna os conteúdos mais compreensíveis aos alunos, imagens, filmes, debates, quadrinhos entre outros são facilitadores no processo de assimilação da disciplina de História e Geografia.

Postado por Rita de Kássia (Turma K - Pedagogia)

adorei o nosso grupo de estudos e interesante e uma nova forma de aprender e passar informaçoes
um super beijo a todas
postado por paty rosa

A avaliação é uma ferrmanenta que o professor utiliza para acompanhar o desenvolvimento do aluno.

Escrito por Solange



Postado por Karina


O papel do lúdico na pré-escola tem grande importância para o desenvolvimento da aprendizagem dos alunos. Através de experiências concretas, elas aprendem brincando, através de simbolos e imitação

"Ai de nós, educadores e educadoras, se deixarmos de sonhar sonhos possíveis."
Paulo Freire

Um semínário se apresenta como uma ocasião especial para uma reflexão a propósito das questões que nos desafiam em nossa prática de educadores. Trata-se, como o próprio nome indica, de um espaço no qual se "seminam" idéias, com o intuíto de fazê-la gerar, proliferar, criando novos elementos para levarmos adiante nosso esforço no sentido de alcançarmos os objetivos que nos propomos.
A reflexão feita no interior da Filosofia da Educação nos ajudará a olhar com clareza, profundidade e abrangência as características de nossa ação. O exercício de refletir tem, sem dúvida, um caráter teórico. Entretanto, toda reflexão só tem significado se emerge da prática, procura analisá-la, fundamentá-la e a ela volta, no sentido de reforçá-la ou reconduzi-la, se necessário. Trata-se de uma espécie de distanciamento estratégico, para procurar ver de forma nova alguns elementos já conhecidos por nós. Mergulhados na cotidianidade de nossa trabalho, nem sempre dele nos distanciamos reflexivamente. No entanto, esse olhar critico é fundamental para caminharmos com mais segurança e efetividade, para nos desembaraçarmos de alguns entraves e para descobrirmos novas alternativas para a melhoria de nosso trabalho,o que é, em última Instância, o que estamos buscando enquanto profissionais.
Assim,  a articulação teórica/prática, o recurso à reflexão, é aspecto significativo de um momento de seminar e disseminar idéias. Deixamos de lado a afirmação tão repetida de que a "teoria na prática é outra" e verificamos que, embora não sejam a mesma coisa, teoria e prática são elementos indissociáveis de um único processo e que sem o recurso à teoria não poderíamos falar em uma prática coerente e consistente. O que constatamos, com frequência, é uma desarticulação entre prática e discurso. E é exatamente no sentido de verificar a coerência do discurso que procuramos investigar a base teórica das práticas que vivenciamos e presenciamos no espaço da Educação.
É no cotidiano dessas práticas que estamos construindo a Educação, que estamos fazendo a História da Educação brasileira. Marcados por uma ideologia que registra e enfatiza os atos dos que se costumou chamar de "grandes personagens", às vezes deixamos de considerar que a historia não é feita apenas por esses personagens, mas por todos os indivíduos de uma determinada épocam em uma determinada sociedade, a partir de seus desejos e necessidades e dentro das condições concretas que encontram e constroem. É aqui e agora que fazemos nossa história. O que se registrará nos livros de História da Educação brasileira que serão consultados pelos que virão a seguir está sendo feito hoje por estes educadores que somos.
O que significa um projeto?
Ao organizamos os projetos de nossas escolas, planejamos o trabalho que temos a intenção de realizar, lançamo-nos para diante, olhamos para frente. Projetar-se é relacionar-se com o futuro, é começar a fazê-lo. E só há um momento de fazer o futuro - no presente. O futuro é o que vivemos como presente, quando ele chegar. E que já está presente, no projeto que dele fazemos. Pode parecer complicado, mas trata-se de algo que se constata em nossa vivência do cotidiano. O presente - momento único de experiência e relação - traz no seu bojo o passado, enquanto vida incorporada e memória, e o futurom enquanto vida projetada. Isto vale tanto para as experiências singulares, de cada um de nós, como para a vida da sociedade.É isto que garane a significação do processo histórico.
Se o futuro é Bestado no momento em que vivemos, nosso desafio está na organização de sua construção da maneiroa com o desejamos e como julgamos necessário que ele seja.
Começamos a Escola do futuro presente, nas escolas que temos. Isto reclama de nós uma primeira atitude: a consideração da realidade, da situação das escolas que temos, e o confronto do que temos com o quer queremos e precisamos construir.
TEREZINHA DE AZERÊDO RIOS